Arsênico no arroz: o que ninguém te contou

Há arsênico no arroz? Este ingrediente é um dos alimentos mais consumidos a nível internacional, e, no entanto, alguns estudos colocam em dúvida os seus efeitos sobre a saúde. Isso se deve ao seu alto teor de arsénio inorgânico, um componente natural, que pode ser altamente tóxico, sendo associado, mesmo com doenças como o câncer. Esta substância nociva chega ao arroz através do solo de cultivo. O que há de verdade sobre o arsênico no arroz? Falando sobre o arsênico no arroz, convém lembrar que o arsênico é um metaloide ou asbesto do forro que é criado através de processos naturais, ou através da intervenção do homem. O usuário pode entrar no nosso corpo através da inalação de ambientes contaminados ou sua ingestão, estando presente na água e alguns alimentos como o peixe, as algas marinhas, os cereais, os cogumelos, o leite ou os cogumelos. A notável presença de arsênico no arroz deve-se à sua forma de cultivo em terras com grande umidade e a poluição do solo. Não obstante, é o arroz que está no ponto de mira, já que concentra quantidades muito elevadas desta substância. Isso se deve a sua forma de cultivo, em terras com grande umidade, assim como a própria poluição do solo. Além disso, este alimento absorve com maior facilidade o arsênico do que outros. Tudo isso deu lugar a uma forte polêmica, devido em grande parte ao documentário "Trust me, i'm a doctor" (Confie em mim, sou médico), divulgado no início do ano pela BBC. Nele se falava dos perigos do arsénio e explicar diferentes formas de cozinhar o arroz para reduzir sua quantidade e torná-lo mais apto para o consumo. Mas não é o único documento que considera o arsênico inorgânico um grande inimigo para a nossa saúde. Segundo a União Europeia, está classificado como cancerígeno da categoria 1, embora "tudo depende de quanto o arroz tomas por dia", explica o químico britânico Andrew Meharg, professor de ciências biológicas da Universidade de Queens, em Belfast, considerado uma eminência sobre o tema. Por tudo isso, em 2016, entrou em vigor uma nova legislação da Comissão Europeia que as marcas devem limitar a quantidade de arsênico permitido o arroz e os produtos derivados do mesmo. Como reduzir o arsênico no arroz Alguns especialistas asseguram que a presença de arsênico no arroz espanhol é muito baixo, não assim o arroz proveniente de países como a Índia, onde a água está realmente contaminada. É o caso de Luis Riera, diretor-de-SAIA, empresa especializada em segurança alimentar e da água. Em todo o caso, convém reduzir o percentual através de alguns métodos. Existem diferentes maneiras de o cozinhar para eliminar esta substância tóxica. Por exemplo, cociéndolo com cinco doses de água para uma de arroz, reduzimos o nível de arsênio na metade. Mas é melhor ainda deixá-lo de molho a noite toda, eliminando até 80%. O que vos parece esta informação sobre a realidade do arsénio no arroz?