As algas marinhas têm mais cálcio que o leite, sabia?

As algas marinhas são um dos alimentos mais completos que podemos encontrar, e é que são ricas em minerais e vitaminas, especialmente em cálcio, nutriente que possuem em maior quantidade do que a própria leite. Além disso, ajudam o bom funcionamento do organismo e têm propriedades desintoxicantes, algo essencial para uma alimentação saudável. De fato, a sua riqueza nutricional pode chegar a ser até vinte vezes maior do que a de outros vegetais. O consumo freqüente de algas marinhas traz um bom número de benefícios para a nossa saúde. Por exemplo, são alcalinizantes, por isso ajudam a combater a acidose. Também são depurativas, reduzindo, assim, os problemas no fígado e nos rins, dissolvem a concentração de gordura e de muco, e regulam a pressão arterial. Além disso, favorecem o bom estado da pele, o cabelo e as unhas. Tipos de algas marinhas comestíveis e ricas em cálcio Existe uma grande variedade de algas, sendo algumas das mais conhecidas as seguintes. 1. Wakame: muito comum na culinária vegana e vegetariana, tem um sabor agradável que a torna apta para sopas, cremes e como acompanhamento. Se é um consumidor frequente em países como Coreia, Japão e China, e uma de suas grandes vantagens é que é antioxidante, saciante, e rica em cálcio e potássio. Estima-Se que este tipo de algas marinhas têm 10 vezes mais cálcio que o leite convencional. 2. Kombu: este tipo de algas marinhas têm um sabor doce, graças ao seu alto teor de ácido glutâmico. Contém uma elevada percentagem de potássio, cálcio, ferro e iodo, e é comumente usada como complemento alimentar. Melhora a flora intestinal, é antioxidante e ajuda a prevenir a osteoporose e as doenças cardiovasculares. As algas são um dos alimentos com maior teor em cálcio, sendo o agar-agar, que concentra uma maior quantidade. 3. Agar-agar: trata-se de um extrato obtido de diferentes tipos de algas vermelhas. Devido à sua capacidade de engrossar os alimentos, é muito utilizado em molhos, cremes, sorvetes, etc., ajuda-Nos a combater a obesidade e prisão de ventre, favorece o bom funcionamento do organismo. 4. Nori: são algas marinhas, muito comuns no Japão, é utilizada para enrolar o sushi, mas também está presente em saladas, massas e sopas. Possui um alto conteúdo em vitamina A, ferro e niacina, assim como em cálcio, potássio e magnésio. Tem propriedades antioxidantes, é diuréticas e favorece a boa digestão. 5. Arame: tem um sabor doce, graças à sua alta percentagem de manitol. É rica em magnésio, potássio, cálcio e iodo, além de antioxidante. Seu consumo é recomendado para combater a obesidade, evitar o acúmulo de líquidos, as doenças cardiovasculares e reduzir o nível de colesterol. As algas marinhas são uma importante fonte de cálcio As algas marinhas são um dos alimentos com maior teor em cálcio, sendo o agar-agar, a que concentra maior quantidade, de fato, apenas uma colher de sopa pode contribuir com cerca de 75 mg de cálcio. Por outro lado, as algas wakame e hiziki contêm cerca de 1.400 mg de cálcio por 100 gr., contra os 120 mg por 100 gr. que tem leite. É por isso que são muito úteis para manter os ossos em bom estado, especialmente durante a terceira idade. Não obstante, não se recomenda o seu consumo às pessoas com doenças da tireóide, devido ao seu elevado teor em iodo. Nestes casos, as rações devem ser moderadas e torradas previamente em uma frigideira, já que a evaporação lhes faz perder grande quantidade desta substância. Ideias para cozinhar com algas marinhas Existem muitas formas diferentes de incluir as algas marinhas em nossa dieta, pois podemos consumi-las cruas ou cozidas. Uma boa ideia é incluí-las em pratos como saladas, sopas, potajes ou guisados. Podemos também testar receitas mais elaboradas, como patê de algas, salteadas com cogumelos, guisado de algas, em pudim, misturadas com arroz, etc. Mas vós?, sabias que as algas marinhas têm mais cálcio do que o leite convencional?, como a encomenda de incluir em sua dieta diária?