Stress: o Que é, Tipos e Causas que o Produzem

É semelhante em seres humanos do que em animais e é uma reação fisiológica do organismo, não é uma doença. É um mecanismo de defesa para enfrentar uma situação que é percebida como ameaçadora. Trata-Se de uma resposta natural e necessária para a sobrevivência. Se ocorre um estresse permanente, então falamos de uma doença. O termo estresse vem da física: a pressão que exerce um corpo sobre o outro, sendo o que mais pressão recebe o que pode quebrar Eustrés ou Estresse Positivo Com consequências positivas para o sujeito estressado (sobrevivência). Entre suas características, encontramos que motiva, focaliza a energia, melhora o desempenho, aumenta a confiança. Por outro lado, trata-se de um estresse a curto prazo. Desconforto ou Stress Negativo Com consequências negativas (doença ou patologia), cujas características: produz ansiedade e/ou preocupação, diminui o desempenho, sensação desagradável ou desconfortável. Pode ser a curto ou longo prazo. Também pode causar problemas mentais e físicos. Em algumas ocasiões, e por um período curto de tempo, o estresse pode ser de ajuda de cara para realizar uma tarefa O estresse surge como resposta que produz o corpo diante de uma mudança. Neste sentido, podemos dizer que ocorre uma alteração da homeostase, desencadeando uma série de reações fisiológicas dentro de nosso organismo, capacitando-o para enfrentar com garantias e sair airosos da situação de tensão, para o caso de um risco iminente. O estresse é, afinal, uma tensão exercida sobre um corpo, e o forçou a mudar e se adaptar de acordo com as condições Pode-Se considerar o Sistema Nervoso como um sistema com funções somáticas (voluntárias) ou autônomas (involuntárias). O primeiro seria o responsável pela ativação dos músculos esqueléticos, enquanto que o segundo é o que controla as ações involuntárias, como o ritmo cardíaco. Portanto, será precisamente o Sistema Simpático o que governará em uma situação de estresse em frente ao autônomo. Pontualmente, este procedimento é o que nos permite sobreviver quando nos cruzamos em qualquer situação de perigo e nos faz reagir quase de imediato (se esquivar, saltar, sprintar...) Existem variáveis que fazem com que isto se altere, as emoções, que são formas de se adaptar ao fator estresor: Raiva, medo, culpa, tristeza, alívio... Quando enfrentamos uma ameaça que pode envolver esforços incomuns, mentais ou físicos, e a preparação para possíveis lesões ou estresse emocional, o corpo tem mecanismos instintivos para se preparar e garantir que estamos no melhor estado possível para combater o problema e sobreviver. Estas mudanças envolvem o cérebro, o sistema nervoso, a circulação do sangue e dos músculos, bem como as atitudes mentais e emocionais que trabalham de forma diferente ao normal. Este processo prepara o corpo para lutar ou fugir de uma ameaça percebida (conhecido como a Resposta de Luta ou Fuga). Ao detectar a origem da ameaça por parte de nossos sentidos, ele envia o sinal para a amígdala, uma área do cérebro que é responsável pelo processamento emocional, onde se interpretam as imagens e sons. Se não percebe o perigo, instantaneamente se avisa ao hipotálamo ordena "sinal de socorro"). O hipotálamo se comunica com o resto do corpo através do sistema nervoso autônomo. Também ativa o sistema simpático, enviando sinais que afetam as glândulas de rodapé. Este órgão se encarrega de liberar certas hormonas para a corrente sanguínea, como a epinefrina. Todas essas mudanças ocorrem a tal velocidade, que a pessoa não é capaz de perceber e processar completamente a nível visual a ameaça ou risco que tem na frente. Uma vez que circulam pelo sangue, são produzidos uma série de alterações fisiológicas, como: À medida que a liberação de epinefrina diminui, o hipotálamo põe em marcha outro componente da resposta ao estresse, conhecido como Eixo hipotalâmico-pituitário-adrenal (Eixo HHA). Com ele se conectam, o hipotálamo, a glândula pituitária e as glândulas de rodapé. Com isso, mantém-se ativado, o sistema simpático. Se o cérebro continua a identificar a ameaça, o hipotálamo libera o Hormônio liberador de hormônio adrenocorticotrófico (PULMÃO) que viaja para a glândula pituitária, liberando hormona adrenocorticotrópica (SENSIBILIDADE), que se encarrega de liberar o cortisol. O corpo permanece bem acelerado e em alerta. Quando a ameaça acontece, os níveis de cortisol caem, e é de novo (se tudo correr bem) o sistema nervoso parassimpático, o que escurece a resposta ao estresse, e volta a ter o controle" A amígdala, além de ser a primeira a alertar para o risco potencial de ameaça, também se encarrega de guardar como lembrança em nossa memória a experiência. Qualquer situação de estresse que envolve a tomada de decisão em relação a lutar ou fugir, vai ser gravada em nosso cérebro, de modo que, embora pareça ilógico, imaginar a possível situação ou esquecê-la, você pode voltar a iniciar todo o processo anteriormente descrito. A resposta ao estresse pode ser iniciada por uma ameaça percebida ou uma ameaça real. A ameaça, nem sequer tem que ser real para que isso comece. Uma ameaça imaginária pode iniciar uma resposta física. Quando o estresse passa a ser algo pontual para se tornar algo constante em praticamente todos os dias, ocorrem uma série de alterações a todos os níveis dentro do organismo, de modo que o nosso organismo é incapaz de voltar ao estado de homeostase, sendo sustancialemente nosso bem-estar e com o agravo de chegar a afetar nossa vida profissional, acadêmica ou social: